Operação

Implantação por etapas, sem parar o atendimento

Troca de sistema em saúde tem um risco concreto: parar o atendimento no meio. Por isso a implantação não começa por tudo ao mesmo tempo.

O caminho usual começa por regulação e agenda, que dão resultado visível em poucas semanas, e avança para transporte, presencial e faturamento. Toda versão passa por homologação com dados de treino antes de ir ao ar.

Atualiza sem parar o atendimento

A plataforma roda em contêineres com ambiente de homologação separado. A versão nova é testada com dados de treino antes de chegar ao balcão.

Homologação antes da produção

Ambiente espelho com dados de treino, e a subida para produção acontece por aprovação explícita.

Mais de uma réplica

Chamada de senha e tarefas automáticas continuam corretas mesmo com várias instâncias no ar.

Atualização sem janela

O painel avisa quando há versão nova e a troca acontece sem derrubar quem está atendendo.

Filas assíncronas

Relatórios pesados e disparos em massa rodam em segundo plano.

Histórico de versões

Cada publicação registra o que mudou e permite voltar para a anterior.

Banco relacional próprio

Dados do município em base dedicada, com migrações versionadas e cópia de segurança.

Perguntas frequentes

É possível começar por um módulo só?

Sim. A implantação costuma começar por regulação e agenda, que dão resultado visível em poucas semanas, e avança para transporte, presencial e faturamento.

Como são feitas as atualizações?

Toda versão passa por um ambiente de homologação com dados de treino e só vai para produção com aprovação. A troca acontece sem interromper quem está atendendo.

Quanto tempo leva a implantação?

Depende do que já existe em cadastro. Com a base de pacientes disponível para carga, regulação e agenda costumam entrar em operação em poucas semanas.